Inscrições para Ouvintes
Estão disponíveis as inscrições para Ouvintes das Jornadas Antropológicas 2025 da UFSC
Venha fazer parte deste evento!
Faça sua inscrição pelo formulário abaixo!
Estão disponíveis as inscrições para Ouvintes das Jornadas Antropológicas 2025 da UFSC
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Divulgamos abaixo a programação completa das Jornadas. Esperamos ver a todes na próxima semana em nosso evento.
Clique aqui para ver a programação completa!
Lembrando também dos trabalhos que foram aceitos – Clique aqui!
Conforme data estipulada em edital, a divulgação de resumos aprovados para Comunicação Oral em Ateliê de Pesquisa estava prevista para amanhã (08/10/2025); no entanto, com a prorrogação de prazo de submissão, se tornou inviável a devolutiva em tão pouco tempo hábil. Com isto, informamos que a nova data para devolutiva será dia 13/10 (segunda-feira) via comunicado geral, com as cartas de aceite sendo enviadas via e-mail até o dia 18/10. O período para envio do trabalho completo se inicia portanto, a partir do dia 14/10.
Agradecemos a compreensão,
Organização das JA’s 2025.
Está aberta a chamada para monitores (geral) das Jornadas Antropológicas 2025.
Para atuar nessa atividade é importante que você:
1. Tenha disponibilidade para estar presencialmente na UFSC nos dias 10, 11, e 12 de novembro durante o evento.
Se você se identifica, inscreva-se pelo link abaixo:
Inscrição para Monitoria das Jornadas Antropológicas 2025
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Está aberta a chamada para monitories das Mostras Artística e Fotográfica das Jornadas Antropológicas 2025.
Para atuar nessa atividade é importante que você:
1. Tenha disponibilidade para estar presencialmente na UFSC nos dias 7, 8 ou 10 de novembro durante as atividades de montagem das Mostras.
2.Tenha, preferencialmente, experiência prévia em montagem, organização e/ou no manuseio de materiais artísticos e/ou fotográficos.
Se você se identifica, inscreva-se pelo link abaixo:
Inscrições Monitoria Mostra Artística e Fotográfica
Venha colaborar com a gente!
Prezades colegas, com intuito de esclarecer as duvidas que estamos constantemente recebendo sobre a modalidade presencial ou viabilidade de um evento híbrido (presencial/on-line), a comissão organizadora julgou necessário um informe:
Se ainda duvidas persistirem, estas podem ser encaminhadas ao e-mail: antropologicas.ufsc@gmail.com, ou para um de nossos canais.
Para ter acesso aos trabalhos aprovados em cada Ateliê de Pesquisa e suas programações de apresentação clique aqui. O arquivo será atualizado a medida que as pessoas coordenadoras dos AP enviarem para a organização do evento a ordem de apresentação.
AT1: Envelhecimendo, Diferenças e Poder: contribuições da interseccionalidade
Proponentes: Juliana Cristina dos Santos Duarte e Eduardo Ramirez Meza
Acesse aqui a proposta completa.
AT 2: Estudos Trans e Antropologia: diálogos, saberes e práticas
Proponentes: Melina Martins e Brume Dezembro Iazzetti
Acesse aqui a proposta completa.
AT 3: Diálogos sobre Gênero e Sexualidade: Partilhando vivências e intersecções
Proponentes: Adriana Angerami
Alana Pacheco dos Reis Verani
Daniel da Silva Stack
Acesse aqui a proposta completa.
AT 4: Quando soltam-se os nós e falamos sobre os diversos de nós! Masculinidades negras: identidades e diversidades
Proponentes: Sergio de Almeida Pereira
Thiago da Silva Santana
Greg Alexandre Malaquias
Acesse aqui a proposta completa.
AT 5: Família é Política: interseções entre gênero, sexualidade e violência
Proponentes: Bruna Fani Duarte
Thiago da Silva Santana
Acesse aqui a proposta completa.
AT 6: VIOLÊNCIAS E NARRATIVAS SOBRE CORPOS E SUJEITOS NA PRODUÇÃO DE MORTES
Proponentes: Flora Nina Silva Arrais
Rebeca de Souza Vieira
Kellyn Gaiki Menegat
Acesse aqui a proposta completa.
AT 7: “RELAÇÕES RACIAIS NOS ESTUDOS ANTROPOLÓGICOS: Olhares Sobre Perspectivas Metodológicas e Teóricas”
Proponentes: Laís Griebeler Hendges
Angela Maria de Souza (debatedora)
Acesse aqui a proposta completa.
AT 8: Antropologia do Trabalho: práticas, experiências e narrativas
Proponentes: Virgínia Squizani Rodrigues
Manu Rocha de Matos
Acesse aqui a proposta completa.
AT 9: “COMUNIDADES COSTEIRAS E NEOLIBERALISMOS: Impactos, respostas e possibilidades diante a mercantilização do mar”
Proponentes: Manuel Ansaldo Roloff
Valentina Cortínez O’Ryan
Paulo Victor Sousa Lima
Acesse aqui a proposta completa.
AT 10: ORIENTE MÉDIO EM MOVIMENTO: diásporas árabes na América Latina
Proponentes: Barbara Caramuru Teles
Rafael Oliveira
Helena de Morais Manfrinato Othman
Acesse aqui a proposta completa.
AT 11: Antropologia dos Trabalhos e Políticas Educacionais
Proponentes: Giovanna Barros Gomes
Manu Rocha de Matos
Acesse aqui a proposta completa.
AT 12: PRÁTICAS SOCIOESPACIAIS URBANAS: ambientes, paisagens e memórias soterradas
Proponentes: Míriam Santini
Priscila Oliveira dos Anjos
Acesse aqui a proposta completa.
AT 13: TÉCNICA, PERCEPÇÃO E AMBIENTE: práticas e modos de habitar em meio às ruínas
Proponentes: Beatriz Demboski Búrigo
Nathália Gallucci
Acesse aqui a proposta completa.
AT 14: CONTAR, NARRAR, EXPERIENCIAR: refletindo histórias de vida, biografias, etnografias e a possibilidade das etnobiografias na antropologia.
Proponentes: Binah Ire
Acesse aqui a proposta completa.
AT 15: Trajetórias contracoloniais: modos de narrar e inscrever-se em narrativas
Proponentes: Fábio Alex Ferreira da Silva
Thiago Santana
Acesse aqui a proposta completa.
AT 16: ANTROPOLOGIAS (ÁUDIO)VISUAIS E DA PERFORMANCE: Experiências de pesquisa para pensarmos novos campos e objetos
Proponentes: Luz Mariana Blet
Josiane Soares da Silva
Mariana Mostranges
João Sanson (debatedor convidado)
Acesse aqui a proposta completa.
AT 17: ANTROPOLOGIA DIGITAL
Proponentes: Ollivia Maria Gonçalves
Acesse aqui a proposta completa.
AT 18: Movimentando as “coisas” na Antropologia: experiências e produções de pesquisa com mundos materiais e materiais do mundo
Proponentes: Milena Rabelo
Paulo André Ribas Corrêa

Jornadas Antropológicas 2023 – Antropologias em diálogo para partilhar saberes e refazer caminhos
Os últimos anos para o Brasil foram de lutas intensas contra o avanço avassalador do conservadorismo, do neoliberalismo e do capitalismo desenfreado. Conjuntamente com o vírus de covid-19, vimos nossa população ser atingida pelo negacionismo doentio, pelo amadorismo político e pela ganância de poder, que, em decorrência da pandemia, resultou em mais de 700 mil mortes, sem contar, especificamente, o genocídio diário que assola historicamente as populações negras e indígenas.
Ainda assim, seguramos os céus que caiam sob nossas cabeças (KOPENAWA, 2010) e adiamos o fim do mundo (KRENAK, 2019) com muito custo, convivendo diariamente com a morte (xocotô berulô), mas também com a invasão de terras indígenas por garimpeiros ilegais, a necropolítica (MBEMBE, 2018) subindo armada nas comunidades e ceifando vidas negras, a homotransfobia ganhando requintes de crueldades, e a misoginia se alastrando e sendo estimulada por quem deveria garantir direitos iguais. De nada disso nos livramos completamente, mas hoje respiramos mais aliviados, contudo nos mantemos atentes. Onde esteve a antropologia nos últimos tempos?
Do lado das comunidades indígenas, quilombolas, ciganas, nas cidades, nos campos, com negros e mulheres, com a população LGBTQIA+, nas famílias e nos grupos, com os animais, com os peixes e os pescadores, das danças, nas ballroom, na música, na escrita, na internet, nas performances, nas imagens e nas produções audiovisuais, com os cogumelos, no dia a dia das pessoas, nos rios, nas matas, nas ruínas e nas construções, com os sírios, os haitianos, os imigrantes, com os trabalhadores, os professores, com as bruxas e as religiões, com os vivos e os mortos, com tecnologias de manejo da água à identificação de células nazifascistas e bolsonaristas, com as crianças, com os idosos, nas feiras e nas praças, nas lutas.
Afinal antropologia e/como educação (INGOLD, 2020), nos faz entender como a antropologia é política, é vivência e está presente na nossa sociedade; por isso a necessidade de reafirmar a importância da produção científica e as novas metodologias aplicadas para que esses trabalhos fossem possíveis de realização em tempos tão sombrios.
As Jornadas Antropológicas realiza em 2023 o seu primeiro evento presencial após pandemia. O evento bianual é organizado peles alunes do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), se constitui como um espaço de troca de experiências, expansão de diálogos e construção de saberes.